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Depois de Mitologia Egípcia, qual é o assunto que deve ser postado?
Mitologia Asteca
Mitologia Celta
Mitologia Nórdica
Mitologia Hindu
Temas Biológicos

Neste momento: Online



Mitologia Egípcia

Oi, primeiramente queria agradecer à minha amiga Tia Celle por ter eleito meu blog como uma das sete maravilhas da blogosfera.
auhuhuhauhauahauha
Estou muito feliz com esse título, querida!
E como tenho que indicar alguém, logicamente vou indicar o blog da Tia Patty, ou seja, pode adicionando o logo lá hein!
Auauhaauhauhauhaa
Bom, galera NÃO ESQUEÇAM DE VOTAR NA ENQUETE SEMPRE Q ENTRAREM AQUI, OK?!


OS FESTIVAIS RELIGIOSOS (CONTINUAÇÃO)

Os neófitos estavam simbolicamente empenhados na construção da pirâmide, assim como na edificação moral, social e religiosa daquela civilização.
Os mestres formados nos mistérios recebiam o título de Hierofantes e seu expoente máximo chamava-se Faraó, líder religioso e político. Osíris foi o primeiro Faraó do Egito, Hórus, seu filho, o segundo.
Apesar da beleza física dos nativos, Toth não permitiu que qualquer dos néteres tivessem qualquer união com os membros daquela população, evitando assim que houvesse uma alteração genética que resultaria em um salto evolutivo daquele povo. Essa determinação resultou no costume dos casamentos consanguíneos da família real.
Com essa estrutura sócio-político-religiosa, onde estado e religião estavam intimamente ligados, nasce a cultura do antigo Egito.
A antiga civilização Egípcia durou até o Sec. 1 a. C. Nesse longo período, desenvolveu-se uma religião complexa, com muitos deuses diferentes que evoluíram como versões deificadas de aspectos locais. Em conseqüência, determinados deuses foram associados a lugares específicos. Em Mênfis, Ptah era tido como o criador, em Heliópolis Amon-Rá era o supremo deus. Com o tempo, algumas divindades adquiriram importância nacional. Por exemplo, os regentes do mundo subterrâneo, Isis e Osíris, e o deus do sol Rá, assumiram muitas formas e influenciaram todos os aspectos da vida egípcia.

OS RITUAIS DE MUMIFICAÇÃO

A mumificação e os rituais funerérios obedeciam regras rígidas, estabelecidas pelo próprio Anúbis e duravam 70 dias.
Após a retirada dos órgãos internos, os embalsamadores colocavam as vísceras em vasos sagrados chamados "Vasos Canopos", cada um sob a proteção de um dos quatro filhos de Hórus. Inseti, com cabeça de homem protege o fígado; Hapi com cabeça de babuíno, os pulmões; Duamutef com cabeça de cão o estômago; Kebehsenuf, com cabeça de falcão, os intestinos.
O coração era lacrado no próprio corpo. Os Egípcios o consideravam como o órgão tanto da inteligência como do sentimento e portanto, seria indispensável na hora do juízo. Somente alguém com um coração tão leve quanto a pluma da verdade, o deus Osíris permitia a entrada para a vida eterna.
Os Egípcios não davam nenhuma importância ao cérebro. Após extraí-lo através das narinas do morto, os embalsamadores o jogavam fora.
Depois de secar o cadáver com sal de natrío, eles o lavavam e besuntavam com resinas conservadoras e aromáticas.
Finalmente, envolviam o corpo em centenas de metros de tiras de linho, entre essas tiras eram colocados diversos amuletos que protegiam o morto contra inimigos e demônios do mundo subterrâneo.
Antes de a múmia ser colocada no túmulo, um sacerdote funerério celebrava a cerimônia da abertura dos olhos e da boca, a fim de devolver à vida todos os sentidos do morto.

O JUIZO FINAL

A vida eterna começa no túmulo, com uma viagem pelo mundo subterrâneo. Primeiro o 'Ka" ( Força Vital ), deixa o corpo, acompanhado após o enterro pelo "Ba" ( Alma ).
Hórus conduz o "Ba" através dos portais de fogo e da serpente até o salão do juízo. Anúbis, pesa o coração do morto, sede de sua consciência, junto com a pena de Maat, ou da verdade.
Osíris observa na condição de juiz. Se o coração for pesado, Amut, um monstro parte leão, parte crocodilo e parte hipopótamo o devora, condenando o morto a um coma perpétuo.
Se o coração equilibra com a pena da verdade, o "Ba" e o "Ka" reúnem-se para formar um "Akh", ou espírito, que emerge do mundo dominado pelo Osíris coroado.
O "Akh" pode então retornar ao mundo dos vivos e desfrutar de seus prazeres, incluindo o amor de sua esposa e a atenção de seus servos. A vida agora lhe pertence por toda a eternidade.



Múmia Egípcia

QUANTO AOS DEUSES EGÍPCIOS

Os deuses do antigo Egito, foram Faraós que reinaram no período pré-dinástico. Assim, os mitos foram inspirados em histórias que aconteceram de verdade, milhares de anos antes de sua criação.
Para a cultura do antigo Egito o casamento consangüíneo tinha o sentido de complementaridade, unir céu e terra, seco e úmido, por essa razão diversos deuses eram irmãos que se casavam entre si.
Osíris foi o primeiro Faraó e, que com o passar do tempo foi divinizado. Seu reinado em vida marcou uma época de prosperidade e ao morrer passou a ser o soberano do reino dos mortos.
Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmam que neles encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o "deus" não residia em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.




Deus Anúbis (Juiz do mundo dos Mortos)

BJS A TODOS!



- Postado por: Angelus às 13h12
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Mitologia Egípcia

Olá, começando aqui mais uma sessão louca mitológica
Espero que gostem dessa!
Já temos uma nova enquete!
Ah desculpe pela demora, ok?
ahuauhaauhauhaa

MITOLOGIA EGÍPCIA

Mitologia egípcia ou, em sentido lato, religião egípcia refere-se às divindades, mitos e práticas cultuais dos habitantes do Antigo Egito. Não existiu propriamente uma "religião" egípcia, pois as crenças - frequentemente diferentes de região para região - não era a parte mais importante, mas sim o culto aos deuses, que eram considerados os donos legítimos do solo do Egito, terra que tinham governado no passado distante.
Para compreendermos a religião do Antigo Egito, precisamos recuar no tempo, milênios atrás, quando os deuses ainda andavam pela terra e viviam em um local que se chamava Atlântida, uma grande Ilha, que se localizava entre a África e as Américas, no Oceano Atlântico.
Na Atlântida não existia o mal e seus habitantes seguiam as leis da natureza. Como o processo de criação ainda não havia terminado, os Atlantes testemunharam a criação das plantas, animais, pássaros e seres rastejantes. Viram também a formação da Lua, quando o "Grande Astro Rubro", por ocasião de sua passagem, arrancou uma parte do planeta e a atirou ao espaço. Este pedaço do planeta, incandescente como carvão em brasa, ficou girando em torno da Terra, preso em seu campo gravitacional e à noite brilhava como um sol vermelho.
Com o impacto ocorreram muitas transformações no planeta e o solo de Atlântida tornou-se instável. Toth, sabendo que a "Grande Ilha" poderia submergir no oceano, ordenou a emigração das quatro famílias que representavam a população Atlante. Estas famílias eram formadas pelos seguintes casais : Nun e Naunet "Oceano Primordial", Hehu e Hehut "Eternidade", Kekui e Kekuit "Escuridão", Amon e Amaunet "Ar".
Antes da catástrofe final, os Sábios e Sacerdotes Atlantes, cientes de que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, com destino à quatro regiões distintas: Para a América Central, dando origem a Civilização Maia e a todos os descendentes da Raça Vermelha; para o noroeste da Europa, onde posteriormente na Bretanha, deram origem á Civilização Celta e a todos os descendentes da Raça Branca; para a Ásia onde deram origem à Civilização Chinesa e a todos os descendentes da Raça Amarela e finalmente para o nordeste da África onde deram origem a Civilização Egípcia e a todos os descendentes da Raça Negra.
Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, astronomia, medicina, agricultura, etc.
A família de Amon e Amaunet, acompanhada de Toth e de outros sábios e sacerdotes, chegaram ao norte da África por volta do ano 50.000 a. C., conhecido em arqueologia como o período pré-dinástico. Encontraram uma população autóctone primitiva, sobrevivendo da caça e da coleta, que não dominava a agricultura e tampouco domesticava animais.
Os nativos ficaram maravilhados com a visão daqueles néteres (deuses), saindo do "Ovo Dourado" que surgiu voando.
Os Mestres Atlantes ficaram fascinados com a beleza da região e principalmente com a docilidade de seus habitantes. Resolveram então se estabelecer no delta do Nilo e iniciar o processo de transmissão das artes da agricultura e da civilizção.
Estabeleceram as bases da religião egípcia, inspirada na religião atlante, essa religião era essencialmente monoteísta, com a crença em um deus principal criador de todo o universo, sem gênero ou forma, ao qual davam o nome de Amon-Rá ( A luz Oculta ), Atun-Rá ( A fonte e o fim de toda Luz ) ou simplesmente Rá ( A luz de Deus ). Os outros néteres ( deuses ) eram apenas as emanações de Rá em seus vários aspectos.
As questões espirituais estavam intimamente ligadas à ciência e às demais àreas do conhecimento humano. Os Sacerdotes Atlantes adaptaram seus princípios religiosos às crenças locais, que representavam aspectos da natureza, como o Sol, a Lua, as cheias e vazantes do Nilo, etc. Criaram mitos e lendas para assim perpetuar seus ensinamentos, dentre as quais a mais significativa é a lenda de Isis e Osíris.

OS FESTIVAIS RELIGIOSOS


Para organizar a vida civil e religiosa no Antigo Egito, os Sacerdotes criaram vários tipos de eventos sagrados chamados festivais, que eram celebrados segundo três calendários: O Calendário Lunar, de 30 dias, dividido em três semanas de 10 dias cada, baseado nas fases da Lua; O Calendário Civil, de 365 dias, baseado no Sol e nas estações do ano que eram apenas três : Akhet ( Inundação ), Pert ( Semeadura ) e Shemu ( Colheita ); O Calendário Sótico, baseado no ciclo da estrela Sótis ( Sírius da constelação do Cão Maior ).
Como o ano lunar de 12 meses de 30 dias resultava em um ano de 360 dias, ajustaram-no ao ano solar com mais cinco dias, chamados "Epagâmenos", em que se homenageavam os grandes Néteres: Osíris, Hórus, Seth, Isis e Néftis.

Os principais festivais eram os seguintes:
� Festivais dedicados a um Neter ou Nétrit ( deus ou deusa ) em particular, homenageando-os por meio da recordação pública de suas vidas míticas.
� Festivais para homenagear os mortos, gerando um sentido de comunidade tribal e valorizando a história ancestral, marcando os ciclos de tempo
� Festivais que iniciavam os ciclos do trabalho agrário de preparar o solo, semear e colher.

Inicialmente, os Sábios Atlantes, tiveram muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos e decidiram que o conhecimento da energia "vril" não seria transmitido, a fim de evitar que esta, fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior
Para o exercício desse controle criaram as "Escolas Iniciáticas", onde os ensinamentos eram transmitidos somente àquelas pessoas que primeiramente passassem por rigorosas provas de coragem e fidelidade.
Os ensinamentos permaneciam velados para a grande massa popular, ainda não suficientemente preparada para aprendê-los. Todavia toda a população egípcia sabia destes mistérios que se relacionavam com a vida depois da morte e de como preparar-se para enfrentá-los corajosamente.
Como os nativos não dominavam a escrita, as instruções eram ministradas através do Medu-Netru ( símbolos ), que os arqueólogos atuais denominam "hieróglifos". Os caracteres gráficos falavam diretamente ao subconsciente e despertavam a inteligência dormente no íntimo daqueles seres, colocando-os em contato direto com o Grande Arquiteto dos mundos.
Esses hieróglifos foram gravados por Toth em 78 lâminas de ouro, subdivididas em 22 arcanos ( segredos ) maiores e 56 arcanos menores, que encerravam todo o conhecimento oculto, compondo uma espécie de livro que recebeu o nome de Tarot, que significa "Rota" ou "Caminhos". Escreveu também o Livro "M-Dwat" ou "O Livro dos Mortos", também conhecido como "O Livro para sair à Luz", contendo todas as doutrinas espirituais da antiga religião egípcia.
O aprendizado incluáa as técnicas de arquitetura, segundo os mais exatos cálculos matemáticos e astronômicos, que foram utilizados na construção da grande pirâmide chamada "Khut", a "Luz", que era uma réplica em pedra, daquela que existiu no centro de Atlântida e que era fundida em uma única peça de cristal.



Pirâmide Atlante



Pirâmide Egípcia (Gizé)


Esse foi somente o primeiro post sobre o assunto!
:)
Amanhã tem mais e desculpem a demora mais uma vez!
BJS



- Postado por: Angelus às 10h42
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Vice Campeão

eheheheh
Último post antes de começar a sessão sobre Mitologia egípcia!
:)
Tema sobre Biografias:

John Ronald Reuel Tolkien

John Ronald Reuel Tolkien CBE (Bloemfontein, 3 de Janeiro de 1892 — Bournemouth, 2 de Setembro de 1973) foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico.

Tolkien nasceu na África do Sul e aos três anos de idade, com sua mãe e irmão, passou a viver na Inglaterra, terra natal de seus pais. Desde pequeno fascinado pela lingüística, cursou a faculdade de letras em Exeter. Lutou na Primeira Guerra Mundial, onde começou a escrever os primeiros rascunhos do que se tornaria o seu "mundo secundário" complexo e cheio de vida, denominado Arda, palco das mundialmente famosas obras O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion, esta última, sua maior paixão, que, postumamente publicada, é considerada sua principal obra, embora não a mais famosa.

Tornou-se filólogo e professor universitário, tendo sido professor de anglo-saxão (e considerado um dos maiores especialistas do assunto) na Universidade de Oxford de 1925 a 1945, e de inglês e Literatura inglesa na mesma universidade de 1945 a 1959. Mesmo precedido de outros escritores de fantasia, tais como William Morris, Robert E. Howard e E. R. Eddison, devido a grande popularidade de seu trabalho, Tolkien ficou conhecido como o "pai da moderna literatura fantástica". Sua obra influenciou toda uma geração.

Católico fervoroso, foi grande amigo de C.S. Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, ambos membros do grupo de literatura The Inklings.

 A vida em sua obra

A infância de Tolkien teve duas realidades distintas: A vida rural em Sarehole, ao sul de Birmingham, lugar que inspirou o famoso Condado, e o período urbano na escura Birmingham, onde iniciou seus estudos.

Ainda criança, mudou-se para King's Heat numa casa próxima a uma linha de trem. Foi aí que ele começou a desenvolver uma imaginação lingüística, motivada pelos estranhos nomes das paradas do percurso, tais como Nantyglo, Perhiwceiber e Seghenydd. Sua infância foi muito marcada pelos contos de fadas estimularam sua imaginação para o Faërie, Belo Reino, como ele se refere ao mundo dos seres fantásticos.
Em 1914, ano em que explode a Primeira Guerra Mundial, Tolkien fica noivo de Edith Bratt. No ano seguinte, recebe com honras o diploma de licenciatura em Literatura de Língua Inglesa. Em 1917 nasceu o seu primeiro filho, John Francis Reuel Tolkien (mais tarde padre John Tolkien) e no ano seguinte, depois de contrair febre da trincheira (tifo), J.R.R.Tolkien é enviado de volta à Inglaterra. Foi neste período que Tolkien iniciou o Livro dos Contos Perdidos (The Book of Lost Tales), que mais tarde se converteria em O Silmarillion, em 1919 quando ele retornou a Oxford.

 "Em um buraco no chão vivia um hobbit"
A idéia de seu primeiro grande sucesso, O Hobbit, surgiu em 1928, enquanto Tolkien examinava documentos de alunos que queriam ingressar na Universidade e Tolkien contou que:
Um dos alunos deixou uma das páginas em branco – possivelmente a melhor coisa que poderia ocorrer a um examinador – e eu escrevi nela: Em um buraco no chão vivia um hobbit, não sabia e não sei porquê.

Esse livro consolidava então o que Tolkien chamava de Mundo Secundário, com novas normas, novos povos, uma realidade à parte: Arda, o cenário de uma das maiores obras literárias de todos os tempos. Arda é a Terra, povoada por seres fantásticos, como os Valar, os Maiar, e os mais conhecidos, hobbits, elfos, anões, trolls, orcs e cercada de mistérios e magia.

 Exímio Lingüista
Tolkien era um homem apaixonado por idiomas. Quando criança se encantava com nomes galeses que via nos caminhões de carvão. Com suas primas aprendeu rapidamente uma língua artificial e bem simples criadas pelas garotas, chamada Animálico, com base nos nomes de animais. Juntos criaram outra língua, uma mistura de vários outros idiomas. Chamava-se Nevbosh, traduzido como Novo Disparate. Mais tarde criou o Naffarin, mais complexa e baseada na língua de seu tutor Francis Morgan: o Espanhol.
Tolkien, em dezembro de 1910, tornou-se aluno do curso de literatura clássica na Universidade de Oxford, onde obteve uma bolsa de estudos do Exeter College, mas desinteressou-se por este curso e começou a gastar mais tempo no estudos de filologia, sendo orientado por Joseph Wright, um dos grandes pesquisadores britânicos desta Ciência e grande conhecedor tronco lingüístico indo-europeu. Pediu transferência para a Honour School of English Language and Literature onde teve um notável melhora devido ao seu interesse pela filologia germânica.


 "Aqui, no fim de todas as coisas..."
Além de O Hobbit e O Senhor dos Anéis, foram publicados Sir Gawain & The Green Knight (1925), Mestre Gil de Ham (1949), As Aventuras de Tom Bombadil (1963), Smith of Wootton Major (1967) e Sobre Histórias de Fadas (1965) entre outros (vide Obra de Tolkien). O escritor então se aposenta e junto de sua mulher se muda para Bournemouth. Com a morte de sua esposa em 19 de novembro de 1971, após 55 anos de casamento, Tolkien refugiou-se na solidão em um apartamento na Universidade de Oxford. Numa carta ao seu filho Christopher, John Ronald Reuel Tolkien escreveu, sobre sua mulher Edith Bratt:

[...]o cabelo dela era preto e sedoso, a pele clara, os olhos mais brilhantes do que os que vocês viram, e sabia cantar... e dançar. Mas a história estragou-se, e eu fiquei para trás, e não posso suplicar perante o inexorável Mandos.[...].

No texto, Tolkien decide que no epitáfio de Edith estaria escrito Lúthien. Lúthien é uma personagem de O Silmarillion inspirada na esposa de Tolkien, como afirma o trecho da mesma carta:

É breve e simples [o epitáfio], a não ser por Lúthien, que tem para mim mais significado do que uma imensidão de palavras, pois ela era (e sabia que era) a minha Lúthien [...] Nunca chamei Edith de Lúthien, mas foi ela a fonte da história que, a seu tempo, se tornou parte de O Silmarillion.

Aos 81 anos de idade, então, nas primeiras horas do domingo de 2 de setembro de 1973, morre na Inglaterra o escritor J.R.R.Tolkien. Enterrado junto com a esposa, no Cemitério de Wolvercote, no túmulo feito de granito da Cornualha, abaixo do seu nome há a inscrição Beren.

Após sua morte, seu filho Christopher editou e publicou O Silmarillion (em 1977), além de nos anos 80 e 90 lançar a série The History Of Middle-Earth (A História da Terra-Média), uma gigantesca coletânea dividida em doze volumes, e Unfinished Tales of Númenor and Middle-Earth (Contos Inacabados)
Em 1992, ano em que Tolkien completaria 100 anos, duas árvores foram plantadas em seu tributo em Oxford pela Tolkien Society e pela Mythopoeic Society, grupos de leitores e estudiosos de sua obra. Essas duas árvores fazem alusão às Duas Árvores de Valinor, que davam luz a Valinor nos Dias Antigos.

Ta ae gente
Um resumo da história de um dos maiores escritores pra mim, se ele n existisse com certeza eu não saberia começar Angelus.
Amanhã começo a postar sobre mitologia egípcia
BJS E ABRAÇOS A TODOS!



- Postado por: Angelus às 16h08
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MITOLOGIA GRECO-ROMANA

Olá!
Segundo post dos eliminados!
uhauhauhauhauh
o 3º colocado: MITOLOGIA GRECO-ROMANA
Espero q aproveitem o post!

Quem já leu o livro : Odisséia, de Homero, irá saber q história é essa mt resumida aqui no post de hj! É claro q quanda eu for falar mesmo de mitologia greco-romana, os textos serão melhor elaborados!

Creta e o Minotauro: Uma Visão Histórica da Lenda

A lenda de Teseu e do Minotauro se confunde com a história da formação do povo grego no Período chamado Pré-Homérico, no qual ocorreram as invasões arianas, e talvez seja mais que coincidência: uma forma metafórica de relatar os acontecimentos daquela época.
A ilha de Creta era muito avançada em vários sentidos, nas artes, arquitetura, e possuía até mesmo uma forma de escrita, eles eram os senhores do mar Egeu, comercializando com África e Ásia, e há quem diga que fundaram muitas colônias, entre elas Tróia, Tirinto e Micenas, mas esta é uma informação controversa.
Por volta de 1700 a.C. a cidade de Micenas mantinha contato e intenso intercâmbio com a ilha de Creta, do que se originou a cultura creto-micênica, e como a cultura cretense era muito avançada em comparação a dos povos gregos, com eles os gregos aprenderam muito, desenvolvendo assim novas técnicas agrícolas e navais.
Esse desenvolvimento chegou a tal ponto que eles superaram os cretenses e por volta de 1400 a.C. conquistaram Cnossos, capital da ilha, destruindo parte da sociedade cretense.
Agora vamos rever a lenda de Teseu e o minotauro:
"Segundo a lenda, os gregos de Atenas haviam matado um dos filhos do rei cretense. Para se vingarem dos atenienses, os cretenses declararam guerra à Atenas e venceram. Exigiram dos vencidos que todos os anos mandassem sete moças e sete rapazes para acalmar a fome do Minotauro.
Dizia-se que desse labirinto ninguém conseguia sair, pois era impossível achar a saída. Mas um rapaz grego, de nome Teseu, resolveu enfrentar o monstro do labirinto. Foi secretamente ajudado pela jovem Ariadne, filha do rei Minos, que lhe deu um novelo de linha para que ele fosse desenrolando no labirinto e, assim, conseguisse achar o caminho de volta.
Teseu lutou bravamente com o touro, conseguiu matá-lo e sair do labirinto, depois voltou para casa levando Ariadne consigo.”
Agora, historicamente, o que poderia ser esse tributo cobrado pelos cretenses? Considerando a versão de que Micenas era uma colônia de Creta fica óbvio que sua produção se destinava à metrópole, e conforme eles avançavam e novos povos (jônios e eólios, por exemplo) se juntavam a eles, crescia um sentimento de independência, e isso teria desencadeado a guerra.
Mas como já dito esta é uma informação controversa, podemos levantar várias hipóteses, como pagamentos de dívidas de comércio, tributos pagos em troca de ensino de técnicas navais e agrícolas, ou simplesmente pressão militar de uma nação mais desenvolvida sobre uma mais fraca; o fato é que a invasão ocorreu, e essa invasão pode ser representada pela chegada de Teseu na ilha.
Quanto ao labirinto, possivelmente a lenda originou-se da complexa distribuição do Palácio de Cnossos, e o Minotauro, que como toda a lenda, foi de origem grega, pode ter se originado do gosto dos cretenses pelos touros e por competições incluindo esses animais.
Essa visão do minotauro se fundiu com outras lendas, como a de Io e de sua neta Europa, raptada por Zeus em forma de touro; Europa era a avó do próprio Minotauro, ai ocorre a interligação dessas lendas. Já o touro cretense era possivelmente um deus mas certamente um animal sacrifical.
Como já foi dito os cretenses possibilitaram aos gregos o poder náutico e militar necessário para a própria invasão da ilha, e isto pode ser visto como Ariadne dando a linha a Teseu, possibilitando sua vitória sobre o minotauro e o fim do tributo cobrado por Minos; aliás, Minos é um título dado a todo rei de Creta, significando possivelmente homem da Lua (pois ele se unia como rei sacerdote à sacerdotisa da lua que representava a Grande deusa cretense), e somente foi associado aos touros e ao minotauro posteriormente, pelos gregos.
Finalmente chegamos a ida de volta a casa de Teseu levando Ariadne, nesse caso Ariadne representa a própria cultura cretense que sobreviveu à destruição e foi absorvida pelos gregos, e ajudou a criar a identidade desse povo que ainda passaria pelas invasões dóricas, a formação e transformação dos genos e finalmente chegaria ao desenvolvimento das pólis.






Theseus batalhando contra o Minotauro

BJS



- Postado por: Angelus às 00h31
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